sexta-feira, 2 de março de 2012

Ninguém é Dono das Palavras!

Bla Bla Bla Adocicado

O que é, que é, que pode ser?
Leis e leis, e humanos a adoecer,
Pobres mentes, mentes suprimidas,
Gente correndo, em cidades poluidas.

E não sobra tempo pra se perder em si,
E sobra liquido num copo aqui,
E sobra energia,
E sobra alegria,
ou falta?

Nínguem sabe de nada,
Nínguem quer saber de nada,
Existe uma estrada,
E um cachorro morto,
De quem é a culpa?

Existe uma condição,
Existe um sim, e um não,
Quando é que a gente muda de opnião?

Será mesmo que não dá pra prever?
Ações não executadas,
Que influenciam você...
Vem cá tempo, vou tentar te distorcer....

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e fodase

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Passado Pensado

Tempo

Tempo, o tempo que passa,
Tempo sentido, tempo que disfarça,
O tempo brinca de existir,
O tempo brinca e nos faz sentir,
Sentir duplicidade, do "isso passa".

Sentido a cada um com sua velocidade,
Sentido, adiantado, atrasado,
Vivenciado, por entre as cidades.

Tempo silencioso, onde só há linguagens não verbais,
E o tempo existe, vira lembranças de tempos atrás.

Aqui o tempo passa,
Mas pra mim, tanto faz.
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Adeus Ironia

Ironia vem sorrir,
Odeio você, devo assumir,
Sinto o cheiro de quem quero bem,
Mas neste silêncio tudo fica cruel.

Não faz diferença quem sou,
Não faz diferença pra onde vou,
Se de alguma forma faz sentido,
É porque alguma coisa restou.

E ironia, é esta calma aqui,
E ironia, é eu sem sorrir,
Silêncio, vem contar segredos sobre mim.

Do particular não sei,
É quase tudo perdido entre timidez, e sei la o que,
Meu olhar diz o que sinto,
Tanto faz agora, dizer tudo no seu ouvido.

Existe um tempo, pra matar esta ironia,
Vamos ver o tempo passar,
E aguardar novamente a mente vazia..

17/02

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Fazendo um post scriptum gigantesco, de 3 anos.
Só pra deixar anotado que a escolha destes dois poemas no mesmo post, foi porque eles se assemelham em tema, vindo de 2015 pra cá, essa é a primeira vez que eu me vejo dizendo "foda-se", aqui neste registro é algo 40% neutro, daqui pra frente, é foda-se mesmo.

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Within You Without You...

Rima Óbvia

Acabou a água,
O incenso queimou,
Um ventilador ligado pra espantar o calor,
Mas de você o que restou,
Foram alguns fios de cabelo,
E uma cama desarrumada.

Momentos cheios de silêncio,
Palavras mentalizadas,
Transmitida pelo contato corporal,
Que grita contra roupas desnecessárias.

E é sentir, é transmissão sem sentido óbvio,
É o que pode ser,
Rima óbvia, é eu, e você.

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Ah, Beatles.....

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Confidence in You...(8)

De Punk, até Estático

E de hoje o que digo,
É que não me importo com o que sigo,
Se sou eu, sou mim, sou nós, tanto faz,
Realmente eu odeio "across" (the universe)

De triste já me basta meu consciente,
Que se segura, te consola, quer um beijo,
Aceita fé, mas odeia um crente,
E quem sou eu, além do "nosso" desejo.

E gosto tanto de um filme,
E odeio tanto uma musica,
E amo tanto você,
E odeio tanto não poder rasgar sua blusa...

Tanto faz mais uma vez,
Tanto faz nós, os punks, cuturnos rasgados,
vodkas, e coloridas "tevês".

O mundo se faz hoje,
Entre eu, e você.
Distância que eu quero minimizar,
Mas o tempo é maldito,
Não tenho você para abraçar...

and we wait...

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we.we.we...or us?
no difference betweend this...

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Coldplay sempre fez algum sentido em muitas épocas da minha vida, apesar de que as músicas alegres não são totalmente parecidas com a felicidade que eu sinto, e ele não tem músicas revoltadas haha, mas não dá pra se esperar isso do grupo, então vamos nos manter nas partse positivas.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Natasha

Lógica Destilada

E cada inconsciente com a sua lógica,
E cada lógica com seus erros,
E cada erro com seus motivos,
E cada motivo com sua crença.

Nem faz diferença encontrar erros,
Que sequer existem por si só,
Uma descarga elétrica em forma de líquido,
Da paz ao caos, da existência ao pó.

Somos acertados por nossas armas,
Acertados pelo nosso reflexo,
Somos quem traga e quem exala,
Talvez mesmo, o paciente e o médico.

Não acredito mais na minha lógica destilada,
E tanto faz qualquer teoria sempre errada...
[...]

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Um pouco mais de café,
Um pouco mais de agitação,
Tem loucura engarrafada aqui,
E energia também enclausurada.

Moedas e afins, pra que cofre afinal?
Tesouros guardados de nós mesmos...

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Goooood Day, Suuuushine (8)

As Soon as I Get My Head Round You


Descobri que você e o tempo não combinam,
Descobri que você é infinidade,
Descobri que o infinito dá saudade,
Descobri que entre nós não adianta descrição,
Descobri que paz pode rimar com agitação.

Descobri um misto de nós,
Descobri que gostaria de sempre ouvir sua voz,
Descobri descobertas sem querer descobrir,
Descobri que você era paz, mas agora somos,
Descobri, que a formula de nós, são nossos cromossomos.

Descobri que projetar e sonhar não são coisas iguais,
Descobri com você coisas banais, irreais, desiguais,
Descobri que nunca vou saber de tudo,
Descobri que de você, por agora, quero mais...
Descobri eu, descobri nós, descobri o universo, o infinito,
Descobri que com amor, calmo e sincero, o mundo é mesmo, bem bonito.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Delete

Se-fo-da

Na velocidade de um clique, tudo some,
O mundo "moderno", se diz sábio,
O mundo se esconde em um cinema,
O mundo assiste a vida, e sente fome.

Meu amor se diz próprio,
Meu amor quer você,
Meu eu usaria ópio,
Não tem palavras inéditas pra rimar com você.

Deleto de mim do eu e de nós,
Algo que eu crio, algo que eu cultivo,
Algo eu que seria ninguém,
Algo que não é o que eu admiro.

Tanto faz escrever, tanto faz tanta coisa,
Salvo de rascunho, pra dormir minutos mais,
Salvo de mim, pra deixar pra trás....
Tristeza, quem é você mesmo?

__
think about

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

O Que Nasce da Terra....

Aquilo que se sente

Existe a normalidade de uma resposta compatível,
Existe agora, um beijo audível,
E um sorriso que fala com outro sorriso,
E um sorriso que se faz por si só,
E a garganta parece um nó.

E hoje dormirei do lado errado,
De janela aberta, olhando as estrelas,
Hoje vou acordar assustado,
E da saudade criar mais vontade, de ter aqui do meu lado,
Hoje sou eu de bem sorrindo...
E você a algumas milhas dormindo...

E sou livre dentro da sua liberdade,
E a saudade me causa arrepios,
E encontro do seu cabelo alguns fios,
Pra suspirar, sorrir, relembrar, fechar os olhos e sonhar...

Um amanhecer ensolarado, um pássaro voando no horizonte,
Vento e água formando ondas,
Eu e você, com sentimentos aos montes,
Eu e você com subjetividades e inexplicação,
Eu e você, na simplicidade da infinita felicidade,
Expressada deitados em um colchão.

E do contrário que sou,
Te digo que mudo seu universo,
Te mostro pra onde vou,
Te dou a mão, pra fazer o caminho inverso,
E te perguntar depois, o que meu amor, te propiciou.

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that's all,
that's nothing,
that's feeling. (or some kind of feeling)

domingo, 4 de dezembro de 2011

Some Weed, some Alcohol, Some Love

Lost!

Eu ouço coldplay, calmo e sem pensar,
Tanto faz o eu agora, tanto faz sonhar,
O simbolismo se perde dentro do meu consciente,
E o tempo que sempre se faz presente,
Me dá um abraço e diz que vai ver meu fim,
Que um dia enfim,
Vai ser realmente calmo, realmente um descanço.

E eu não sei não pensar em você,
Nem ligo sobre quem não vai viver,
Não ligo sobre os presos libertários,
Que se trancam em prisões mentais...
Não ligo sobre mim, não ligo em me perder...
Engraçado, que tudo rima com você.

Eu não falo a língua da sabedoria,
Eu não compreendo os segredos do universo,
Eu não sei porque você choraria,
Mas sempre, um sorriso eu espero.

E eu não sei pra onde vou,
E sim, quero conversar,
E eu sei como estou,
Não estou perdido, mas venha comigo dançar.
Não me ouça, não me julgue,
Nada faz tanto sentido,
Viver é um desafio, não tão horrível...
E mesmo sempre perdendo,
Não estou perdido...


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e olha que poema 2008 fellings
gostaria que a série lost tivesse outro nome,
porque Lost! do coldplay poderia ser meu subnick no msn.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Some Blood Thoughts

Do Seu Infinito, e do Meu Limitado

E estimula meu pensar,
E estimula o meu sonhar,
Me re-lembra de partes do meu pensamento,
Que eu gostaria de abandonar.

E me lembra o sentir,
E adoro ver você sorrir,
Mesmo que o tempo que gosto,
Também faz você partir.

E me lembra que nem tudo é um engano,
E me lembra que sou humano,
E na imortalidade do seu ser,
Não preciso de um plano.

E agora sempre ao ver uma flor,
Lembro de você, lembro do tal amor,
E quero mais uma vez você.,
E da sua boca, um único sabor.

No final, tanto faz certezas,
O sentir é inexplicável pra você ou pra mim,
E com beijos sangrentos tenho certeza,
Que por todas incertezas e mais,
Quero você aqui.